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quinta-feira, 12 de abril de 2012

AMEC/BRV EO PORTAL FALA MULHERER


ESTE FOI O PRIMEIRO INFORMATIVO LANÇADO NO BAIRRO RIO VERDE.
                                  
                          Portal   FALA   MULHER
                                                 Associação de Mulheres em Busca de Cidadania
           Ano I     Edição 01     abril-maio/2012  
                                       Texto: Maria Dalva Fernandes
                                Diagramação: Jucélia Borges Ribeiro
                            Bairro Rio Verde - Lucas do Rio Verde – MT

DESTAQUE
A Associação de Mulheres do Bairro Rio Verde fez parceria com a Prefeitura Municipal para a construção da Creche, PSF I e II, Praça e Academia da terceira Idade. A entidade tinha um terreno e permutou para a construção das referidas obras. Recebeu em troca o Centro de Referência da Mulher que  agora  torna-se  sua sede.

ESPAÇO DA COMUNIDADE
 O Centro de Referência é um espaço para ser usado pela comunidade. O mesmo está sendo dividido com a Associação de Moradores

PREFEITO CUMPRE O COMPROMISSO.
O prefeito Marino cumpriu o acordo firmado com a AMEC e entregou obras na comunidade que há anos esperava por estes investimentos sociais. 
A PRAÇA.
  A praça está sempre lotada. Dá gosto ver a animação da comunidade. Entretanto, a sujeira já começou. Tem lixo espalhado por todo lugar.  É preciso consciência, pois é responsabilidade de cada morador zelar deste espaço.

        Portal   FALA   MULHER
                 
               AMEC/BRV PROMOVE CURSOS NA COMUNIDADE

CURSOS E GERAÇÃO DE RENDA FAMILIAR
    A AMEC/BRV  já iniciou alguns cursos na comunidade que além de funcionar como uma verdadeira terapia, ainda gera renda familiar.
BORDADO EM FITAS
 O curso iniciou-se há duas semanas e já não tem mais vagas para esta primeira turma. O mesmo ocorre  toda sexta-feira a partir das 1400 horas  ministrado pela professora de artesanatos Anita Pelissasri, que faz um trabalho voluntário na AMEC.
PINTURA EM TECIDOS.
 As inscrições para o curso de pintura em tecidos estão abertas. O curso será  aos sábados. Sob a responsabilidade da  associada   Joaninha, professora de trabalhos manuais 

AULA DE VIOLÃO: TERAPIA E LAZER
 O curso de violão está sendo um sucesso. Já foi fechada a primeira turma com 10 alunos, todos adultos que vão fazer como terapia e lazer. O mesmo teve início dia 09/04/2012 com o professor José Marcos, nas segundas e quartas-feiras, com duração de 01  hora/aula .
Inscrições: Interessados  fazer contato com a professora Maria Dalva. Fone: 3549 1201 - 9996 56 33.  Ou na sede da AMEC/BRV toda sexta-feira à tarde.
                              Portal FALA MULHER

     BIBLIOTECA COMUNITÁRIA
       MULHERES EM BUSCA DE CIDADANIA

A Biblioteca Comunitária será implantada pela  AMEC/BRV.   Uma sala  já foi destinada para este fim.

CAMPANHA
  A  AMEC/BRV está arrecadando livros,  revistas, jornais, gibis e almofadas para a biblioteca.   Ponto de  coleta:  Centro de Referência da Mulher, sede da AMEC/BRV no Bairro Rio Verde.
SEGURANÇA.
  A base da Polícia Militar continua  instalada no Bairro. Atualmente ocupa uma sala  na sede da Associação  de Mulheres. Mas, segundo informações, brevemente  será instalada no antigo prédio da Secretaria de Esportes.

HORTA
Um projeto de uma horta comunitária será desenvolvido pela   AMEC/BRV. A produção será dividida entre as associadas que se envolverem no projeto.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

AMEC/BRV LANÇA O PORTAL FALA MULHER

A Associação de Mulher Em Busca de Cidadania do Bairro Rio Verde, lançou nesta segunda -feira  a primeira edição do  PORTAL FALA MULHER.
 O jornalzinho  apesar de ser uma produção  caseira, traz várias informações e já está circulando no Bairro.
 Este espaço foi pensado e criado na AMEC/BRV para divulgar as suas atividades haja vistas que os meios de comunicação estão nas mãos dos grupos políticos que detém o poder, onde só os grandes tem vez e voz. 


 Falar de movimento de mulheres, mostrar o trabalho, fortalecer os movimentos sociais,  parece que não interessa mesmo a determinados grupos. Infelizmente quando se trata de mulher é mais complicado ainda. 

Falo com toda propriedade de quem já foi discriminada de várias formas. Entretanto, nunca desisti de lutar e para mim é uma tremenda satisfação fazer parte desta associação de mulheres. Sonho, acredito, sou uma idealista e tenho convicção que a semente foi lançada na terra , e futuramente este informativo se tornará um grade jornal.

 Parabéns a estas mulheres pela participação e organização.
  Por/ Maria Dalva Fernandes.

domingo, 11 de março de 2012

Comemoração do Dia Internacional da Mulher foi sucesso total



A AMEC/BRV, comemorou o Dia Internacional da mulher  no sábado 10/03/2012. O Evento ocorreu no Centro de Referência da Mulher, a sala de reuniões ficou lotada. 
 Antes das apresentações culturais as associadas se reuniram em assembleia para deliberarem sobre  a cedência de espaço para a Associação de Moradores realizarem suas atividades. Após  várias discussões de contra e a favor, foi aprovado por unanimidade, que A AMEC/BRV cederá uma sala para escritório, uma sala grande para atividades dos jovens e também dividirá a sala de reuniões. Entretanto  a Associação de moradores também dividirá com a Amec, a sala dos jovens que segundo o presidente, Osvaldir Cruz servirá para curso. 
 Logo após foi passados os informes e lançada oficialmente a Biblioteca Comunitária Mulheres em Busca de Cidadania. Também  foi lançado um abaixo assinado para mobilizar  a implantação da delegacia da Mulher.
 Na abertura das apresentações a Miss Mato Grosso Infantil desfilou para as associadas. A garota  é filha de uma das associadas.  
 Houve exposição de fotos, cartazes, faixas e apresentações culturais.
  Houve sorteio de prêmios, pula- pula para as crianças. Foi servido  salgados, refrigeristas e um  gostoso bolo de chocolate.
  A agradecemos a Deus pela oportunidade de  estramos  juntas mais uma vez. Aproveitamos o momento para agradecer aos nossos colaboradores.  
 Esteve prestigiando o evento, a única Vereadora de Lucas do Rio Verde, Senhora Ana kotrade,  que  também foi  a primeira dama do municipio.
    Em termos de empoderamento da mulher luquense , precisamos avançar muito ainda. 
                                 Maria Dalva 
                                    Presidenta .
 A TV Rio Verde esteve presente no evento

sábado, 10 de março de 2012

Comissão do novo CP confirma ampliação das hipóteses de aborto legal

A comissão de juristas instituída pelo presidente do Senado, senador José Sarney, para elaborar o anteprojeto do novo Código Penal aprovou, nesta sexta-feira, 9, propostas de mudanças nos artigos que tratam do aborto e dos crimes contra a dignidade sexual. As sugestões vão integrar texto a ser transformado em PL.
Depois de quase seis horas de debates, os especialistas decidiram manter como crime a interrupção intencional da gravidez, mas com a ampliação dos casos em que a prática não é punida. As mudanças propostas foram criticadas por um grupo de manifestantes que se postou ao fundo da sala da comissão protestando contra o aborto.
Atualmente o aborto é permitido apenas em gravidez resultante de estupro e no caso de não haver outro meio para salvar a vida da mulher. O anteprojeto passa a prever cinco possibilidades:
  • quando a mulher for vítima de inseminação artificial com a qual não tenha concordância;
  • quando o feto estiver irremediavelmente condenado por anencefalia e outras doenças físicas e mentais graves;
  • quando houver risco à vida ou à saúde da gestante;
  • por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação (terceiro mês), quando o médico ou psicólogo constatar que a mulher não apresenta condições de arcar com a maternidade.
"Há setores que defendem a descriminalização do aborto e há setores que defendem a permanência do texto atual. Estes segmentos são dignos de respeito. Puderam trazer seus pontos de vista. Todos foram ouvidos. A solução que encontramos foi a intermediária. Aborto permanece crime. O que fizermos, porém foi permitir que não o seja em algumas situações", afirmou o procurador Luiz Carlos Gonçalves, relator-geral da comissão.
O procurador lembrou que o tema exigiu muita reflexão, diante da importância de se equilibrar os direitos fundamentais do feto e da mãe.
"Votamos pela permissão do aborto praticado por médico até a 12ª semana de gestação, desde que haja comprovação de que a mulher não pode levar adiante a gravidez. Sabemos que é uma situação muito dolorosa. Na verdade, o aborto é sempre traumático e deixa seqüelas psicológicas e físicas", explicou.
Crimes sexuais
O grupo de especialistas passou boa parte da reunião discutindo também mudanças nos crimes contra a dignidade sexual. Conforme decisão por votação, o estupro será subdividido em três modalidades: anal, oral e vaginal.
"Há um grave problema na legislação atual, que junta ofensas distintas como estupro e o antigo atentado violento ao pudor numa conduta só. Agora estamos especificando melhor para a aplicação da pena adequada", explicou o relator.
Ele citou como exemplo de indefinição comum a situação em que uma mulher é molestada por um homem no transporte coletivo:
"Nestes casos, atualmente há quem considere estupro, mas também há os que julgam ser uma mera contravenção. Nossa proposta agora sobre crimes sexuais dá um quadro seguro abrangendo diversos níveis de violência, com penas adequadas a cada um destes níveis", explicou.
Além disso, foi aprovada a criação de outros dois crimes. Um deles é o molestamento sexual (constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, ou se aproveitando de situação que dificulte a defesa da vítima, à prática de ato libidinoso diverso do estupro vaginal, anal e oral). O outro é a manipulação e introdução sexual de objetos (constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a suportar a manipulação vaginal ou anal ou a introdução de objetos).

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Esta matéria foi colocada no ar originalmente em 10 de março de 2012.
ISSN 1983-392X
 Fonte: Migalhas Quente

segunda-feira, 5 de março de 2012

Declaração da Marcha Mundial das Mulheres Dia Internacional de Luta das Mulheres - 2012

Declaração da Marcha Mundial das Mulheres
Dia Internacional de Luta das Mulheres - 2012
Neste 8 de março, nós, as mulheres da Marcha Mundial das Mulheres, seguimos marchando, resistindo, e construindo um mundo para nós, os outros, os povos, os seres vivos e a natureza. Nossas ações continuam enfrentando embates com o paradigma mortal do capitalismo, com suas falsas soluções para as crises e com a ideologia fundamentalista conservadora.

Vivemos uma crise do sistema capitalista, racista e patriarcal que, para se sustentar, impõe brutais “medidas de austeridade” que obrigam a nós, os povos, a pagar por uma crise que não provocamos: são cortes nos orçamentos de todos os serviços sociais, diminuição de salários e de pensões, estímulo à guerras e avanço da mercantilização de todas as esferas da vida. Nós, as mulheres, pagamos o preço mais alto: somos as primeiras a ser demitidas e, além das tarefas domésticas mais habituais, somos obrigadas a assumir as funções antes cobertas pelos serviços sociais. Tais medidas carregam o peso da ideologia patriarcal, capitalista e racista e são expressão de políticas de incentivo para que voltemos ao mundo privado, ao mesmo tempo que estimulam o avanço da prostituição e da venda das mulheres, o aumento da violência contra nós, o tráfico e as migrações.

Denunciamos a contínua imposição de acordos de livre comércio, que tentam transformar os bens comuns como saúde, educação e água em mercadorias, e aprofundam um mercado de exploração da mão de obra barata nos países do Sul. Recusamos a cultura do consumo que empobrece mais as comunidades, gerando dependência e exterminando as produções locais.

Nos solidarizamos com as mulheres em luta na Europa, especialmente na Grécia mas também em Portugal, Galicia, Estado Espanhol, Itália e Macedonia, que se estão organizando para resistir à ofensiva neoliberal e retrógrada promovida pelas instituições financeiras e políticas, e seus próprios governos, a serviço dos interesses das corporações transnacionais. Nos solidarizamos também com todas as mulheres do Sul que enfrentam a fome, a pobreza, a superexploração do trabalho e a violência, mas que seguem construindo sua resistência.

Denunciamos o avanço da militarização em todo mundo como estratégia de controle dos nossos corpos, vidas, movimentos e territórios. A militarização garante o neocolonialismo, o novo saque e apropriação do capital sobre os recursos naturais e a manutenção do enriquecimento da indústria armamentista frente à crise. Constatamos com temor a ameaça de retorno do militarismo e do autoritarismo como valores na sociedade em diferentes países ao redor do mundo, como: no Oriente Médio, na Tunisia, Líbia e Egito, onde as mulheres e os povos continuam em luta contra todo tipo de ditadura fundamentalista e por uma verdadeira democracia; na Palestina onde as mulheres lutam contra o colonialismo e o sionismo; em diversos países Africanos – como em Senegal onde o governo se utiliza da força do exército por interesses eleitorais, ou no Mali onde grupos armados aterrorizam a população civil em sua luta pelo controle da região norte; em Honduras, México, Guatemala e Colômbia onde há processos de re-militarização; e em diversos países em Ásia-Oceania onde a presença das tropas militares dos Estados Unidos está sendo reforçada.

Nos solidarizamos com as mulheres e os povos em resistência e luta em todos os territórios que estão em guerra, sob controle militar e em risco de serem controlados, ou aqueles que vivem os impactos nefastos da presença militar estrangeira. Apesar disso, nós, mulheres, continuamos defendendo nosso território, corpo e terra da exploração dos exércitos regulares e irregulares, estatais e privados.

Denunciamos a estratégia coordenada dos meios de comunicação globalizados que buscam  revigorar dogmas e valores conservadores, e que põem em risco as conquistas e avanços das mulheres em todo o mundo.

Os espaços de participação são fechados, o protesto é criminalizado, e o direito a decidir sobre nossos corpos é cerceado. Nossa autodeterminação reprodutiva está ameaçada onde a conquistamos, como, por exemplo, em diversos países da Europa (como Portugal e Espanha) e da América do Norte, nos quais o aborto é legalizado, mas este direito é atacado na prática por cortes dos orçamentos públicos que têm como alvo os hospitais e os serviços de interrupção da gravidez. Em muitos outros países, como na América Latina e vários países da Ásia-Oceania, as mulheres que abortam seguem sendo criminalizadas, como no Brasil, Japão e Vanuatu. No México, o aborto é legalizado no Distrito Federal e criminalizado no resto do país. Em Honduras, a pilula do dia seguinte foi proibida. Na Nicarágua, o aborto mesmo em situações de risco de vida para a mãe ou em casos de estupro se torna um crime através de uma Reforma Constitucional. A Rússia segue este exemplo com a primeirda dama à frente de campanhas para proibir o aborto em qualquer situação. Grupos auto-intitulados “pró-vida” defendem na realidade a morte das mulheres, insultam a nós e às profissionais de saúde na América do Norte, pressionam o parlamento para rever a lei na África do Sul e impedem qualquer discussão no Paquistão.

Nos solidarizamos com todas as mulheres que seguem lutando e enfrentando conflitos com a polícia, o Estado e o poder judiciário injusto, bem como com aquelas que enfrentam a violência que sofrem.

Frente a estas situações, estamos nas ruas, temos alternativas que já estamos construindo e vivenciando. Reiteramos que seguiremos nos fortalecendo, a partir de nossos corpos e territórios em resistência, aprofundando nossos sonhos de transformações estruturais em nossas vidas e marchando até que todas sejamos livres!

Fazemos um chamado à articulação de nossos movimentos e às alianças com os outros movimentos sociais, pois só assim construiremos um mundo em liberdade.

Em todo o mundo, 8 de março de 2012




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Postado por Blogger no A Vida como Mulher em 3/05/2012 07:19:00 PM

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Feministas brasileiras manifestam total apoio a Ministra Luiza Bairros

amb-logo
Carta da Articulação de Mulheres Brasileiras à Presidenta Dilma

Brasília, 13 de fevereiro de 2012.
Excelentíssima Senhora Dilma Roussef
Digníssima Presidenta da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidenta,
A Articulação Mulheres Brasileiras – AMB, é uma instância nacional do movimento de mulheres,  feminista e antirracista. 
Vimos, mais uma vez, perante Vossa Excelência, desta feita para expressar o nosso apoio e confiança na Ministra Luiza Bairros, na tarefa de levar adiante a coordenação das políticas para a igualdade racial e, desse modo, atuar efetivamente para que o seu governo, Presidenta Dilma, possa produzir resultados relevantes no enfrentamento das múltiplas formas de desigualdades vividas pelas mulheres.
Temos absoluta convicção de que a competência da Ministra Luiza Bairros, assim como o seu compromisso com a luta pela igualdade, a sua absoluta retidão como autoridade pública, a sua firmeza de princípios contra pressões clientelistas e outros interesses privados contrários ao bem comum e ao interesse público  serão reconhecidos e valorizados por Vossa Excelência. Desse modo, nos somamos às manifestações do movimento de mulheres negras para reiterar a importância da permanência da representante, por excelência, das mulheres e negras brasileiras, Luiza Bairros, na condução da SEPPIR. 
Saudações Feministas e Antirracistas, 
 Fonte: Articulação de Mulheres Brasileiras

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Um resgate histórico da Associação de mulheres de Lucas do Rio Verde-MT


foto de arquivo da amec


























A   Associação de Mulheres  em Busca de Cidadania do Bairro Rio Verde,  está trabalhando a todo vapor  em um projeto  para resgatar a sua história.
 A entidade está recebendo o apoio do pequeno Leonardo, um jovem que acompanha a  quase dez anos a Associação.
O  garoto é "fera" no  que  refere-se a novas tecnologias e tornou-se o nosso Web Designe.
Acabou de criar este espaço  fantástico para a AMEC  e está produzindo alguns vídeos da entidade.
 Em breve estaremos com mais novidades.
por Maria Dalva
 fonte: amec/brv